Análise das fotografias dos meus colegas

Analisando as fotografias dos meus colegas


Fotografias da Bianca de Moura:

    Analisando a primeira fotografia tirada pela Bianca, vejo a formação de uma corrente vertical preta constituída por triângulos e losangos formados no encontro da parte escura do objeto com a sombra do mesmo. Ao observar a foto considerando as formas pretas como o foco da imagem, o que seria o objeto passa a representar um rastro de um possível movimento destas em direção à borda esquerda da imagem. Apesar de já muito interessante, este efeito poderia ser evidenciado pela centralização desta corrente, a qual aparece deslocada para a esquerda na apresentação.


    Na segunda imagem, a sombra diagonal é o que mais chama a minha atenção. Imagino que ficaria ainda mais interessante se a segunda foto estivesse apresentada como primeira, já que o objeto superior formaria uma quina no canto superior esquerdo do slide.  




    A terceira foto tirada pela Bianca foi a minha preferida. O objeto parece formar uma folhagem simétrica, apesar não ser possível confirmar este formato pelo corte feito da imagem. Virando a fotografia, percebo que gosto ainda mais desta quando apresentada de cabeça para baixo, já que a direção da sombra nas dobraduras e o afunilamento do objeto geram um efeito diferente (talvez pelo sentido de leitura de imagem que os professores citaram que geralmente utilizamos), como se algo estivesse caindo.



Fotografias do Hugo de Araújo

    Começando a análise das fotografias tiradas por Hugo pela primeira imagem, chama-me a atenção a impossibilidade de noção de escala que esta possui, já que não há objetos próximos para compará-la. Mesmo assim, este efeito poderia ser aumentado pelo posicionamento da câmera ainda mais próximo da base. Por essa falta de dimensões, outro caminho de análise seria a de que a sombra cinza formada se assemelha ao formato de um vaso, ao fundo, cortado por uma faixa branca em sua parte inferior que tampa os contornos que delimitariam o corpo deste.


     Na segunda imagem, o mistério do final do túnel formado, apesar de já existente, poderia ser evidenciado se a parte superior da foto fosse maior, a sua base um pouco mais cortada e o fundo preto focado e centralizado. Mesmo assim, o desfoque e o sombreado entre o fundo preto e as paredes brancas, têm uma função importante de gerar uma sensação diferente de que há algo vindo em direção do observador.




    Por fim, a terceira imagem em especial me chama a atenção. Gosto de como a origem e o final da faixa central não são revelados, além de como as suas bordas não deixam claro se esta está no plano como um buraco ou em alto relevo e, assim como na primeira fotográfica, da noção de escala não ser possível. Também reparei no fato da foto estar praticamente toda em um só tom, só sendo possível notar a presença do objeto por sua sombra.





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